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Minas Train... De Minas, de tudo um pouco, e muita música!... |
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Carla Villar e as canções de Toninho Horta
May 25, 2008 12:39 AM PDT
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. Música - 13/10/2008 - Ailton Magioli - EM Cultura À exceção de Nana Caymmi, que se tornou praticamente co-autora do clássico ao gravar Beijo partido em 1975 – coincidentemente no mesmo ano em que Milton Nascimento registrou a canção, com a participação do autor –, poucas intérpretes tiveram coragem de desvendar o cancioneiro de Toninho Horta com a profundidade que ele requer. Foto: Capa do CD Às vésperas de completar 60 anos (que serão comemorados em dezembro), o criador de harmonias “complicadas” ganha releitura digna da importância de sua obra com o lançamento, segunda-feira à noite, do disco Pedra da Lua – Carla Villar canta Toninho Horta. Nesse álbum solo, a belo-horizontina exibe o timbre agradável e o bom-gosto que sempre chamaram atenção do público. Com o amadurecimento, Carla Villar começa a se firmar como uma das melhores intérpretes em atividade na capital. Não por acaso, acaba de ser premiada no Festival de Música de Belo Horizonte. “Além dos estudos, o fato de dar aulas de canto contribui para a gente estar sempre exercitando a voz”, explica ela, salientando que a masterização do disco, a cargo do guitarrista e engenheiro de som César Santos, foi propositalmente puxada para os anos 1970 – a sonoridade, mais quente, lembra a do vinil. CONVIDADO Com direito à participação de Toninho, que assina três arranjos do disco, e acompanhada de banda, Carla vai apresentar o repertório integral de Pedra da Lua, acrescido de Manoel, o Audaz, o maior sucesso do guitarrista. A Rede Minas de Televisão e a Inconfidência FM vão registrar tudo para a exibição de futuros especiais. O show integra o Projeto Música Independente, da Fundação Clóvis Salgado. Gustavo Figueiredo (teclado), Kiko Mitre (baixo), César Santos (guitarra), Tattá Spalla (violão) e André “Limão” Queiroz (bateria) formam a banda da cantora. No palco do Ceschiatti, Carla Villar também vai receber o instrumentista Ces-4 e o cantor baiano Renato Rivas. “A música de Toninho é difícil de tocar, de cantar e, às vezes, até de ser ouvida”, afirma ela. Por isso, tem de ser bem-feita, para não cair no risco de se tornar boba, observa. “Tanto as harmonias como as melodias são muito difíceis, mas infinitamente geniais”, acrescenta. Céu de Brasília, Durango Kid, Viver de amor, Aqui-Ó, Pecém e Estrela do meu céu são algumas das canções do show. Com a primeira tiragem esgotada, Pedra da lua aguarda patrocínio para nova edição e para a turnê de lançamento. O projeto de captação já foi aprovado na Lei de Incentivo à Cultura. CARLA VILLAR & BANDA Teatro João Ceschiatti, Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro, (31) 3236-7400. Segunda-feira, às 19h. R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia). ...
May 24, 2008 03:47 AM PDT
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Queijo de Minas vira patrimônio cultural brasileiro
May 23, 2008 05:39 PM PDT
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Belo Horizonte - O patrimônio cultural brasileiro ficou ainda mais rico e um 'bucadim' mais saboroso. O modo artesanal da fabricação do queijo em Minas Gerais a partir do leite cru foi registrado hoje, 15 maio, como patrimônio cultural imaterial brasileiro, por aclamação, pelo Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O veredicto foi dado em reunião do conselho realizada no Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte, administrado pela conselheira do Iphan, Angela Gutierrez. A anfitriã foi também a relatora do processo de registro desse que se tornou o 13º bem imaterial do Brasil, junto ao ofício das baianas do acarajé e o modo de fazer viola de cocho. "O queijo, este produto de origem milenar que os exploradores do ouro trouxeram para Minas é hoje uma das maiores expressões da chamada mineiridade", argumenta Angela Gutierrez em seu parecer. "Seja como alimento ou como manifestação cultural, está presente no cotidiano e no imaginário de todos os mineiros. Esse saber, do modo de produção queijeira, passado de pai para filho, de geração a geração, este conhecimento garantiu ao longo dos séculos a sustentabilidade das famílias, asim como representa também ajuda imprescindível à economia familiar". Luiz Fernando de Almeida, presidente do Iphan e do conselho, ressaltou que a técnica de fabricação artesanal do queijo está "inserida na cultura do que é ser mineiro". Após a aprovação, a próxima etapa será a homologação pelo ministro da Cultura, Gilberto Gil. "Esse saber é muito importante para a valorização dos produtores. Desde a época da mineração na região, eles detêm esse saber que os identifica. É um patrimônio do Brasil", diz a historiadora Ana Lúcia de Abreu Gomes, 40, técnica de registro do órgão(Iphan). O pedido ao Iphan partiu de uma demanda dos próprios produtores artesanais, em 2001, quando foram obrigados a se enquadrarem na legislação sanitária. A exigência da pasteurização se confrontava com a tradição secular do queijo produzido com leite cru. Os produtores sempre argumentaram que a ausência dos chamados fermentos naturais alterava o sabor do produto. O movimento nasceu como resistência à propaganda de que o queijo artesanal faria mal à saúde e que sua produção deveria ser proibida. As associações se uniram numa luta contra a legislação restritiva e a favor da qualidade do produto. Na época, as associações de queijeiros e o governo mineiro chegaram a um acordo, adotando padrões sanitários tanto para a criação do rebanho quanto para a higiene de sua produção. Há um ano, os produtores aguardavam uma definição do instituto, cuja proposta foi publicada no Diário Oficial da União de 20 de abril de 2007. Segundo a historiadora Ana Lúcia Gomes, os produtores do queijo Minas alegam que a peculiaridade do processo começa com a qualidade do capim consumido pelo gado nas regiões do Serro, da Serra da Canastra e do Salitre que dá um gosto diferente ao produto. A temperatura, o coalho, o fermento e o "pingo" também são fatores que os produtores importantes para que o queijo seja considerado patrimônio imaterial. Ana Lúcia Gomes explica que depois que é feita a mistura, o queijeiro espera o líquido coagular para colocá-los em formas envolto em panos, ou não, dependendo da região. Em seguida vem o processo de prensa e cura. "É um processo teoricamente bem simples, mas é feito a partir do leite cru, por isso de modo artesanal", disse. O pingo, o soro que o queijo libera na primeira noite, é adicionado para manter as características originais do produto pois a substância contém elementos que identificam o relevo, o clima e a vegetação da região e por isso é considerado o DNA do queijo. É o "pingo" que dá identidade ao queijo, sabor, textura e cor que diferencia um do Serro de um da Canastra; um de Araxá de um do Alto Paranaíba/Cerrado -microrregiões tradicionais e demarcadas pela Emater-MG(Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural). No Serro, o queijo é menor, consumido mais fresco, tem maior acidez, coloração mais clara e consistência macia. Na Canastra, é maior e amarelado, além de ser consumido mais maturado. O do Alto Paranaíba/Cerrado e o de Araxá são parecidos com o da Canastra, porém mais suaves. O queijo Minas é produzido de forma artesanal desde a época da mineração, no Século XVIII, feito à base de leite cru e fermento natural. É uma herança da cultura colonial mineira, tradição de mais de 300 anos que agora passa a ser considerada patrimônio nacional. A técnica foi trazida das regiões serranas de Portugal, principalmente da Serra da Estrela. O mais antigo do Estado é o queijo da Canastra, fabricado há mais de 200 anos que guarda semelhanças com o queijo portugues da Serra da Estrela. O relevo das serras de Minas foi fundamental para a produção, já que a topografia não permitia aos exploradores da época a criação de gado para corte na região e também o comércio leiteiro. "O leite quando chegava nas planícies já chegava talhado. Então, o produtor da região sempre alega que a região convida a fazer queijo", disse a historiadora. A fabricação de queijo é uma tradição diária nas regiões produtoras. Apenas na sexta-feira da Semana Santa ele não é feito, quando o leite é distribuído na vizinhança e destinado ao doce de leite e às quitandas. Par perfeito em Romeu & Julieta e ingrediente indispensável do delicioso pão de queijo, o Minas corresponde a 50% da produção nacional, segundo a Associação Brasileira de Indústrias de Queijo (ABIQ). Frescal, Minas, do Serro e o da Canastra são os principais tipos fabricados no Estado. O produto é expressivo no PIB do agronegócio mineiro. Somente na região da Serra da Canastra, cerca de 1.100 produtores fazem, em média, 70 toneladas semanais, considerado o melhor para o preparo do pão-de-queijo. O Iphan inventariou as regiões da cidade histórica do Serro, a Serra da Canastra e Serra do Salitre, onde predominam fazendas que mantêm a tradição do artesanal queijo mineiro. O inventário identificou os principais produtores artesanais da região, reuniu acervo audiovisual e escrito sobre a prática e catalogou as etapas de fabricação daquele tipo de queijo feito com leite cru. A metodologia desenvolvida pelo Iphan para a identificação e catalogação desses bens imateriais é o Inventário Nacional de Referências Culturais – INRC. Com o INRC é possível documentar aspectos da vida social que podem ser considerados referências de identidade para um grupo ou uma comunidade. Ele reúne uma série de materiais multimídia que catalogam as práticas da cultura estudada. O INRC destaca a forma tradicional de se fazer queijo em quatro regiões do estado: Serro, no nordeste; Serra da Canastra, na região central; Salitre/Alto Parnaíba, ou Serra do Oeste; e Araxá, no Triângulo Mineiro. O objetivo do processo é, além de fazer o registro histórico desse modo de produção, fomentar a sua atividade e o seu desenvolvimento econômico. Para isso, irão se desenvolver políticas de promoção, como incentivo à pesquisa e à associatividade, além da criação de estratégias de divulgação. O pedido de registro imaterial foi entregue ao Iphan pela Secretaria de Cultura de Minas, em conjunto com a Associação de Amigos do Serro.
A técnica do Iphan acredita que, embora não seja o objetivo principal, os produtores esperam agregar valor ao queijo Minas, de modo a transformá-lo em um produto exportável. De acordo com o Iphan, a partir do registro, o instituto irá apoiar a comunidade na elaboração de uma política de incentivo da tradicional prática. A expectativa é que as ações de salvaguarda da cultura queijeira envolvam projetos de educação patrimonial e qualificação profissional dos atores envolvidos. Conforme a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), o Estado produz mais de 26 mil toneladas somente de queijo artesanal por ano. Fonte : Agência Brasil/Agência Estado/Iphan
Queijos no Brasil.
May 10, 2008 12:07 PM PDT
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March 16, 2008 04:07 AM PDT
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Milton Nascimento Banco de estação
Parte de um cá
Feliz de mim
Banco de estação,
CD 'Crooner', de Milton Nascimento, gravado com orquestra.
Foto: Trem Maria Fumaça, de São João del Rey p/ Tiradentes, MG.
A 'Maria Fumaça' foi inaugurada por D. Pedro II, em 1881, e ainda funciona ligando as cidades - de Tiradentes à São João del-Rei. Circula regularmente às sextas, sábados, domingos e feriados.
March 14, 2008 07:09 PM PDT
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March 14, 2008 04:37 AM PDT
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March 14, 2008 01:32 AM PDT
Recebi este texto via e-mail, de meu amigo Sérgio, um carioca que adora mineiras - para ele, elas são as melhores! Ele desconhecia a autoria do texto, mas, pesquisando na net, descobri que o o autor é mineirim tb, Eder Souza Ferreira de Sá. Valeu, Eder!
March 07, 2008 12:55 PM PST
Recebi este texto via e-mail. A autoria é desconhecida, no entanto, como é dedicado aos mineiros, quis postar aqui no meu blog, que é bem mineirim. O Verdadeiro Significado da palavra TREM Interessante que o assunto mineirês veio à tona logo no dia em que alguns transtornos foram causados pelo seu desconhecimento por parte de alguns jornalistas, que escreveram a seguinte manchete: - "Trens batem de frente em Minas." Os mineiros, obviamente, não deram a devida importância, já que para eles isto quer dizer apenas que duas coisas bateram. Poderia ter sido dois carros, um carro e uma moto, uma carroça e um carro de boi; ou até mesmo um choque entre uma mala de viagem e a mesa de jantar. Movido pela curiosidade, resolvi então consultar o Aurélio. E vejam o que diz: trem [Do fr. train.] S. m. 1. Conjunto de objetos que formam a bagagem de um viajante. 2. Comitiva, séqüito. 3. Mobiliário duma casa. 4. Conjunto de objetos apropriados para certos serviços... 5. Carruagem, sege. 6. Vestuário, traje, trajo. 7. Mar. G.Bras. Grupamento de navios auxiliares destinados aos serviços (reparos, abastecimento, etc.) de uma esquadra. 8. Bras. Comboio ferroviário; trem de ferro. 9. Bras. Bateria de cozinha. 10. Bras. MG C.O. Pop. Qualquer objeto ou coisa; coisa, negócio, treco, troço: "ensopando o arroz e abusando da pimenta, trem especial, apanhado ali mesmo, na horta." (Humberto Crispim Borges, Cacho de Tucum, p. 186). 11. Bras. MG S. Fam. Indivíduo sem préstimo, ou de mau caráter; traste. 12. Bras. MG Pop. Diz-se de pessoa ou coisa ruim, ordinária, imprestável; trenheiro: "É um sujeito muito trem" ;"São mulherzinhas muito trem." (Bras.: é a abreviatura de Brasileirismo) Vejam que o sentido de comboio ferroviário é apenas o 8º, e ainda é considerado um brasileirismo. Comentei o fato com um amigo especialista em etimologia, que me esclareceu a questão: o comboio ferroviário recebeu o nome de trem justamente porque trazia, porque transportava, os trens das pessoas. Vale lembrar que nessa época o Brasil possuía uma malha ferroviária com relativa capilaridade e o transporte ferroviário era o mais importante. Assim, era natural que as pessoas fizessem essa associação. Moral da estória: O mineiro é, antes de tudo, um erudito.
(autor desconhecido) --> Fiz uma pesquisa rápida na net, e não encontrei o autor do texto original. Se alguém souber, favor avisar para eu poder dar os devidos créditos pra esse trem aí... <-- --> Meu comentário sobre o post (baseado em vivência mineira e na busca que fiz na net): 1. A palavra vem de “terens”, que significa posses, bens. “Juntou seus terens e partiu para a América.” (ou seja: as coisas que ele tinha, que possuía). Como os mineiros falam depressa, terens virou “Trens”… e depois virou “trem”, claro… Pq o singular de trens é trem, né? Assim como o de pires é “pir”… como dizia uma copeira mineira que uma conhecida teve… um pir, dois pires… rs... 2. Em descrição de 'O Retirante', de 'Árias Sertânicas', o primeiro CD que Elomar gravou dedicado apenas às árias de suas óperas, em 1991: ..."Fala de um vaqueiro, pequenino fazendeiro lá na Vage dos Mêra, Lagoa dos Arirí, estado do Sertão, que empenha todos os seus parcos terens em um destes chamados bancos de desenvolvimento. Sol e seca e sol e nada do que plantou vingou. Portanto, não conseguiu pagar ao banco os juros, capital etc. ...
3. ... "Mas, sem ter muito o que fazer saiu esse LO com uma foto que encontrei no meio de meus terens: estava solta, sem álbum e ela tem um grande siginificado" ...
... "Uns tantos Dvds e Cds e outros terens, ganhei tannnnnntoooo presente por lá, ... Apaixonada por Scrapbooking e outros terens de artes digitais."...
4. ... "Eu me lembro do dia da mudança, eu fui com o meu pai num caminhão, com os últimos terens da gente, possivelmente no segundo ou terceiro caminhão, ..." ...
5. Dicionario HostDime: terens Dicionário: terens Definição/Significado: s.m.pl. Bras. (NE) Móveis e demais objetos de uso caseiro; trens, trastes, tarecos. 6. No final do texto que postei acima, o autor opina: ..."O mineiro é, antes de tudo, um erudito. Além de erudito, ainda é humilde e aceita que o pessoal dos outros estados tripudie da forma como usa a palavra trem."... Li um comentário sobre essa parte, com o qual concordo: ... / Ora veja, a forma como o mineiro usa a palavra trem só está no dicionário por ser um populismo mineiro... e não o contrário. Não é como se os mineiros utilizassem ela corretamente... e sim o contrário... os mineiros tanto insistiram em utilizá-la da forma errada que foi parar no dicionário como gíria popular mineira. ... 10. Bras. MG C.O. Pop. Qualquer objeto ou coisa; coisa, negócio, treco, troço: "ensopando o arroz e abusando da pimenta, trem especial, apanhado ali mesmo, na horta."... E isto está tão claro na própria extração do dicionário Aurélio postada por quem escreveu o e-mail! O Michaelis(dic.) traz, basicamente, os mesmos significados pro verbete. Mas apesar de ainda trazer o "Qualquer coisa ou objeto" como uma gíria mineira (sm pl Reg. Minas Gerais: Bagagens, coisas, objetos) ... não especifica o "Série de vagões puxada por uma locomotiva; composição ferroviária" como Brasileirismo. O que na minha opinião faz mais sentido.. (na minha tb! -> Ma.Valéria) Visto que o inglês também utiliza o Train (como o Alemão utiliza Trein, e o Francês, Train) no sentido de série de vagões puxados por locomotiva, e não acho que eles tenham adotado isto da língua portuguesa. O dicionário Unabriged traduz Train como, entre outras coisas, "Railroads. a self-propelled, connected group of rolling stock." (Ferrovias: um grupo conectado de cargueiros que se movimentam por auto propulsão"). E posta como origem da palavra: ... [Origin: 1350–1400; (v.) late ME traynyn to pull or drag in the rear <>Michaelis Francês: train / trainnm trem. aller son train seguir seu curso, continuar da mesma maneira. en train em forma, bem disposto. en train de em via de. mener grand train levar um vidão. train d'atterrissage trem de aterrissagem, trem de pouso. train de marchandises a) trem de carga. b) modo de funcionar, de evoluir (coisas). train de vie modo de vida. Veja o mesmo significado. O que me leva a crer que por "Brasileirismo" o dicionário quer dizer que pegamos a palavra do francês e "aportuguesamos". Não criamos um novo significado para a palavra, e sim "traduzimos" uma palavra de outra língua, com base em sua sonoridade. O que torna a citação: "o comboio ferroviário recebeu o nome de trem justamente porque trazia, porque transportava, os trens das pessoas" uma provável besteira. Visto que ele tem o mesmo nome na França, nos EUA, Inglaterra e Alemanha (isto só dos que pesquisei, provavelmente o padrão se repete). O que me assusta é a facilidade com a qual se pega uma fonte, distorce-se o que ela quis dizer sobre um determinado assunto e atravez dela se diz outra coisa, muito provavelmente uma inverdade. E como se passa isto adiante via e-mail e as pessoas dão sequencia no material sem sequer lê-lo com atenção, pois a mera leitura com atenção (e perceber que o dicionario deixa claro que a versão mineira do "trem" é uma gíria de Minas Gerais) já desmentiria a "moral da história" postada. / ... Concordo! (Ma.Valéria)
ÔÔHHH TREM BOM DEMAIS DA CONTA SÔ! rs... Viva os mineiros, viva o mineirês, viva o trem, viva Minas Gerais!!
Beijos a todos os mineiros que têm orgulho de serem mineiros!! Maria Valéria
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